home > busca: poesia-brasileira
Busca por tags
Sua busca por poesia-brasileira retornou 46 colaborações
colaborações localizadas 1 a 20 de 46
Lançamentos - Das Ideias
Lançamento do primeiro livro do poeta baiano Caio Rudá de Oliveira.
Banco - Sábado - pdf
glohlopes, São Paulo (SP) · 24/3/2010 00:00 · 41 votos · 8 |
acordei poeta preguiçosa:
nos afazeres do dia
deixei juntar teia
e poesia
Banco - Louco Currículo - doc
Marcio Rufino, Belford Roxo (RJ) · 21/3/2010 18:44 · 29 votos · 2 |
Quando o mundo foi feito
eu era anjo mandado para cá
para ajudar na arrumação das coisas.
Depois virei cliente mesopotâmico.
Depois virei escravo egípcio...
Banco - A Hora Livre - doc
Marcio Rufino, Belford Roxo (RJ) · 21/3/2010 10:00 · 29 votos · 1 |
Talvez eu encontre uma hora livre
Para ser o que eu quero e fugir do mundo
Para me refugiar de tudo que me corrige
Até mesmo de um falso ensejo profundo.
Banco - Devaneio - pdf
Sérgio Araújo, Salinas da Margarida (BA) · 25/1/2010 21:48 · 58 votos · 7 |
Não viu o dinheiro dos outros,
O sangue na cidade;
Ele não viu a maldade.
Lançamentos - Novo livro de Douglas Zunino “A Motocicleta Azul” fala da geração colorida
Dia 10 de dezembro, no Farol bar e restaurante, em Blumenau, na praça do estudante, a partir das 20h, será lançado o livro de poemas “A motocicleta azul” de Douglas M. Zunino. “É um livro que remete ao sonho de liberdade da juventude”, diz o poeta. “Tive uma namorada que tinha uma motocicleta azul... É um livro nostálgico, que fala da minha geração, que viveu a abertura política,...
Banco - Eu e Você - stream
Video-Poema Eu e Você de Jandeilson Bezerra.
Lançamentos - PROFANO CORAÇÃO EM NITERÓI
Eduardo Lamas, Rio de Janeiro (RJ) · 23/11/2009 11:55 · 9 votos · nenhum |
Lançamento na Glia Cultura e Aprendizagem do livro de poesias de Eduardo Lamas. Espalhe a notícia e compareça, você e seus convidados serão muito bem-vindos.
Apoios: Fim de Tarde Restaurante e Bar - Rua Miguel Couto, 105/Loja B - Centro - Rio de Janeiro (RJ) - Telefone: 2516-2409.
Blog Pense Saúde: http://www.pensesaude.blogspot.com
Blog Matutando Artes: http://www.matutandoartes.blogspot.com
Avalon...
Blogs - O lirismo musical de Bruna Beber
Bruna Beber lançou a fila sem fim dos demônios descontentes (7Letras) em 2006 e chamou a atenção por seu lirismo que versava sobre o cotidiano e trazia rock n’ roll, desamores, reminescências, tudo envolto em coloquialidades, acidez e humor peculiar. Agora, após integrar seis antologias, aqui (Poesia do dia, Traçados diversos, BLABLAblogue, ENTER), no México (Caos portátil) e na...
Lançamentos - Balés
Bruna Beber estreou na poesia com A fila sem fim dos demônios descontentes, lançado em 2006 pela 7Letras e logo chamou a atenção com sua poesia lírica, coloquial e vigorosa, que abordava figuras como Maiakovsky, Angela Rô Rô, Graciliano Ramos, Neil Young, Nara Leão, John Cage.
A poeta, nascida em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e radicada em São Paulo há dois anos, lança nesta...
Banco - Poesia do Corpo de Mel - pdf
quero que você venha comigo,
vou te levar pra ver o que é bom.
você sabe que eu te amo?
aposto minha coleção de...
(continua no arquivo abaixo)
Banco - seca - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 31/7/2009 00:00 · 88 votos · 13 |
seca
sonia regina
um deus do tempo dissolvido em opacidades nos expulsa
das casas quando o vale tenta exercitar o verde
ao brotar da aurora pessoas caminham pelo leito seco dos rios,
no silêncio da chuva nenhum desafogo para as súplicas vãs.
seres diurnos avançam entre o burburinho das rezas
como se descessem pela claridade.
nada interroga a alvura
...
Banco - fio d'água - doc
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 29/7/2009 06:55 · 138 votos · 16 |
fio d'água
sonia regina
o olhar maravilhado parte da montanha
deixando aberto o abismo que nada revela de suas asperezas,
vertentes,
pendências.
basta um eco esvaziado de voz e o coração retorna ao azul silente do mar.
as águas doces ficam longe,
muito longe,
o mundo ainda mais...
mas resta amadurecido no mesmo sentido de um oceano que ferve
e gira, fio d'água;
na...
Banco - Poemas Curtos - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 26/7/2009 21:05 · 90 votos · 16 |
Entre cogitos e asteriscos eu e o vento, à beira do tempo. A justa emoção permanece e lavra: que entre logo por todas as frestas!
Banco - a paz líquida que me cabe - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 25/7/2009 09:53 · 101 votos · 11 |
a paz líquida que me cabe
sonia regina
o meu reino não é aqui, no topo desta colina
de mãos dadas com as coisas que sabem
entrar no silêncio
deixei minha melhor audição
na poltrona onde penso o caos
e confirmo que tudo vai bem
não temo o movimento da fonte:
eu também me movo.
aprendi a nadar nas lágrimas, mas já não choro
e tampouco cintilo
desisti...
Banco - instantes legíveis - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 22/7/2009 20:25 · 102 votos · 13 |
instantes legíveis
sonia regina
“Não só de cumplicidade falam estes corpos plurais”,
parece sussurrar o vento nos cabelos, já chegando
ao horizonte marítimo
a mente repousa.
almas se recolhem no ventre das pedras
e são relevo que desponta firme, do mar
em terra, o afeto germina.
no céu de um azul comum, o sol vive
instantes legíveis de ternura
na praia,...
Banco - o sangue está na margem - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 20/7/2009 08:14 · 119 votos · 15 |
o sangue está na margem
sonia regina
a carne jaz inerte
nada a define ou anima
excedido o sentido possível da letra que a significa
resta a complexidade a ferver no sangue
o mar não refresca a intensidade de uma palavra nômade em ebulição
na mata
à noite
tudo sossega
menos o rumor do rio
nele
a secura busca espaço e a água doce molha a garganta
os lábios...
Banco - violinos - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 16/7/2009 20:26 · 84 votos · 12 |
violinos
sonia regina
escrevo-te de uma paz rosada
sem mais mortes ou renascimentos.
despertar em teus braços é um pouso
na boca da manhã
na terra eu assento a solidão
quando caminho, lentamente.
o rumor do sol nega o silêncio
aos pássaros, aos violinos
e a suavidade banha meus pés.
[11.7.09]
Banco - a janta - pdf
sr, Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2009 07:09 · 113 votos · 13 |
a janta
sonia regina
meu choro destampado foge da cozinha.
é lúdico preparar as batatas para o jantar
e a água desce fria, por entre meus dedos
lá a imaginação não me prega peças
nem a poesia se intromete:
não descasco o sol
e o salmão cheira bem - simples assim
aprendo contigo a apreciar os peixes
e me agrada te espantar
como foi ontem, ao comer o...
colaborações localizadas 1 a 20 de 46