Somos feitos de músculos, silêncios e estrondos
Moluscos amantes na concha que se entrega ao mar...
O destino a onda que arrebenta no acaso
E no sem sentido cem sentidos tatuam algas nas águas do corpo...
É o verde retirando as pedras
Desbravando terras que ainda transpiram
Na secura de um país quase deserto...
E o orvalho do instante fertiliza o eterno
A liberdade é quase...
